Domingo, Julho 31, 2005
OI PESSOAS AMADAS E QUERIDAS! JA ESTOU DE VOLTA! JA CONSEGUI ARRUMAR A CHAVE DO TEMPLO E AGORA ESTOU COLOCANDO AS COISAS NO LUGAR......FAZENDO UMA LIMPEZA PQ ESSE TEMPO TODO FECHADO AJUNTOU MUITO PÓ E ASSIM QUE ESTIVER TUDO LIMPINHO, DEIXAREI UM TEXTO NOVO NO MURAL......QUERO AGRADECER POR TODAS AS MENSAGENS DEIXADAS PRA MIM....FOI MUITO LEGAL, FIQUEI MUITO FELIZ :)
DESEJO UM ÓTIMO DOMINGO A TODOS E UM INICIO DE SEMANA MARAVILHOSO!! QUE A DEUSA ABENÇOE A TODOS VCS! BEIJOS ENLUARADOS.....
por
lua negra * 3:51 AM
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Quinta-feira, Julho 14, 2005
OI PESSOAS QUERIDAS...ESTAREI FORA POR UNS DIAS...ENTÃO O TEMPLO FICARÁ FECHADO, SEM ENSINAMENTOS NOVOS.....VOLTAREI DAQUI A 1 SEMANA! QUE A DEUSA ABENÇOE CADA UM DE VCS....BEIJOS ENLUARADOS
por lua negra * 10:26 PM
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Domingo, Julho 10, 2005
ESSA ORAÇÃO , QUE VOU COLOCAR AQUI NO TEMPLO, RECEBI DE UMA PESSOA LINDA, QUE EU AMO MUITO! ESSA PESSOA TEM UM LINDO CORAÇÃO, UMA ALMA CLARA COMO A LUZ E É DELICADA E GENTIL..UMA AMIGA LINDA! OBRIGADA LY POR ESSE POEMA...GOSTEI MUITO!
MESMO QUE ESSA ORAÇÃO SEJA DE UMA CRENÇA DIFERENTE.....SEU SENTIDO É UNIVERSAL..E TODAS AS RELIGIÕES, NO FUNDO....SEGUEM PARA UM UNICO OBJETIVO: AMAR A DEUS E A DEUSA......
POEMA DA GRATIDÃO
É o poema que o espírito Amélia Rodrigues ditou a Divaldo Franco:
"Senhor Jesus, muito obrigada! Pelo ar que nos dás pelo pão que nos deste, pela roupa que nos veste e pela alegria que possuímos, por tudo de que nos nutrimos.
Muito obrigada pela beleza da paisagem, pelas aves que voam no céu anil, pelas tuas dádivas mil!
Muito obrigada, Senhor, pelos olhos que temos olhos que vêem o Céu, que vêem a Terra e o mar, que contemplam toda beleza! Olhos que se iluminam de amor, ante o majestoso festival de cor da generosa Natureza! E os que perderam a visão? Deixa-me rogar por eles no teu nobre coração! Eu sei que depois desta vida, além da morte voltarão a ver com alegria incontida.
Muito obrigada pelos ouvidos que registram a sinfonia da vida, no trabalho, na dor, na lida... O gemido e o canto do vento nos galhos dos olmeiros, as lágrimas doridas do mundo inteiro, e a voz longínqua do cancioneiro... E os que perderam a faculdade de escutar? Deixa-me, por eles rogar... Sei que em teu reino voltarão a sonhar.
Obrigada Senhor, pela minha voz, mas também pela voz que ama, pela voz que canta, pela voz que ajuda, pela voz que fala de amor, muito obrigada Senhor!
Recordo-me sofrendo, daqueles que perderam o dom de falar, e o teu nome que não podem pronunciar? Os que vivem atormentados na afasia, e não podem cantar, nem a noite nem ao dia... Eu suplico por eles, sabendo, porém que mais tarde no teu Reino voltarão a falar.
Obrigada Senhor, por estas mãos que são minhas alavancas da ação, do progresso, da redenção. Agradeço pelas mãos que acenam adeuses, pelas mãos que fazem ternura, e que socorrem na amargura. Pelas mãos que acarinham, pelas mãos que elaboram leis, pelas mãos que cicatrizam feridas, retificando as carnes feridas, balsamizando as dores de muitas vidas! Pelas mãos que trabalham o solo, que amparam lágrimas, pelas mãos que ajudam os que sofrem, os que padecem, pelas mãos que brilham nestes braços, como estrelas sublimes fulgindo em meus braços!
E pelos pés que me levam a marchar, erecta, firme, a caminhar, pés de renuncia, que seguem humildes e nobres, sem reclamar... E os que estão amputados, os aleijados, os feridos e os deformados? Os que estão retidos na expiação, por ilusões de outra encarnação? Eu rogo por eles e posso afirmar que no teu Reino, após a lida dolorosa da vida, hão de poder bailar, e em transportes sublimes, outros abraços afagar...
Sei que a ti tudo é possível, mesmo o que, ao mundo, parece impossível. Obrigada, Senhor, pelo meu lar, o recanto de paz ou escola de amor, a mansão de Glória. Obrigada, Senhor, pelo amor que eu tenho, e pelo lar que é meu.
Mas, se eu, sequer, nem o lar tiver, ou teto amigo para me aconchegar, nem outro abrigo para me confinar, se eu não possuir nada, senão as estradas e as estrelas do céu como leito o de repouso suave lençol, ao meu lado ninguém existir, vivendo e chorando, sozinha, ao léu, sem alguém para me consolar, direi, cantarei ainda: Obrigada, Senhor, por que te amo e sei que me amas, porque me deste a vida, jovial, alegre, por teu amor favorecida. Obrigada, Senhor, porque nasci; obrigada por que creio em ti!"
por lua negra * 8:28 PM
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Sexta-feira, Julho 08, 2005
AMULETOS E TALISMÃS
Amuleto é um objeto consagrado (geralmente uma pedra pequena e colorida, uma pedra preciosa ou parte de uma planta) magicamente carregado com poder para trazer amor ou boa sorte. Os amuletos, como as rezas e os talismãs, também podem ser usados para estimular a saúde, impedir os perigos e proteger contra as influências negativas, como o olho-grande.
Os amuletos para o amor são usados pelos Bruxos como instrumentos mágicos para inspirar o amor e o romance, unir amores distanciados, atrair um cônjuge, evitar que um caso de amor se rompa e outras situações afins.
Quase tudo pode ser usado como amuleto: uma pedra preciosa, uma figura religiosa, uma raiz, uma flor ou um osso. Podem ser levados na mão ou no bolso, usados como jóias, podem ser enterrados ou secretamente colocados em algum lugar dentro de casa, de um celeiro e até de um automóvel. Podem ser comprados, achados ou feitos. Podem também ser pintados ou receber inscrições de palavras mágicas ou de poder e/ou símbolos para atrair determinadas influências.
O uso de amuletos é universal em quase todas as culturas, sendo familiar aos europeus e americanos mais modernos sob a forma do pé de coelho para dar boa sorte, dos trevos de quatro folhas, das ferraduras, dos anéis com a pedra do signo e das moedas de boa sorte.
Outro tipo de amuleto é o patuá: uma bolsinha de couro, seda ou algodão cheia de objetos mágicos, usada ou levada junto da pessoa para proteger ou para atrair determinadas coisas. Um patuá com ervas mágicas, folhas, flores ou raízes é chamado de "patuá de ervas para o amor" ou "sachê de Bruxo". Usados para a magia do amor são chamados de "patuás do amor" ou "mojos". Na região sul dos Estados Unidos, são conhecidos como "hoodoo hans", "tricks" e "tricken bags". Os nativos americanos chamam-nos de "medicine bundles", e, na África, recebem o nome de "gris-gris".
Talismã é um objeto feito a mão, de qualquer feitio ou material, carregado de propriedades mágicas para trazer boa sorte ou fertilidade e para repelir a negatividade.
Para carregar formalmente um talismã com poder é preciso primeiro gravá-lo e depois consagrá-lo. Inscrever nele os signos solar, lunar, astrológico, a data do nascimento, nome rúnico ou outro símbolo mágico que o personalize e lhe empreste um propósito.
O mais famoso de todos os talismãs mágicos é o triângulo Abracadabra que, nos tempos antigos, se acreditava possuir o poder de afastar as doenças e curar a febre quando as suas letras eram arrumadas em forma de pirâmide invertida (figura sagrada e símbolo da trindade) num pedaço de pergaminho, usado em torno do pescoço, enrolado com linho por nove dias e nove noites e, então, atirado sobre o ombro esquerdo num regato que corresse para o leste. (Diz-se que abracadabra é palavra cabalística derivada do nome "Abraxas", deidade gnóstica mística cujo nome significa "não me atinge".)
Na magia de Abramelin, talismãs mágicos poderosos, conhecidos como "quadrados mágicos", são feitos de filas de números ou letras do alfabeto arrumadas de modo que as palavras possam ser lidas vertical e horizontalmente como palíndromos, e o total dos números é o mesmo quando somados em ambas as direções.
Para que um quadrado mágico de números funcione apropriadamente, devem ser incluídos números consecutivos partindo do um até que o quadrado esteja completo e, de acordo com as regras da numerologia, cada número só pode ser usado uma vez em cada quadrado.
Fonte: 'Wicca - A Feitiçaria Moderna', de Gerina Dunwich
por lua negra * 7:39 PM
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Terça-feira, Julho 05, 2005
- 5 DE JULHO
Dia da deusa egípcia Maat, a guardiã da justiça, da sabedoria e da verdade. Maat era filha do deus solar Ra e esposa de Thoth, o deus da sabedoria, da magia e do conhecimento. Como senhora dos julgamentos, suas leis governavam os três mundos e até mesmo os deuses deveriam obedecê-las. Suas imagens mostram-na pesando os corações dos mortos, comparando-os a uma pena de avestruz que adornava sua tiara. Em seus julgamentos, ela era assistida por um tribunal de quarenta e dois juízes que avaliavam a pureza das almas ou a presença do mal em suas vidas. Se a alma estivesse leve pelo uso justo da verdade, o morto entrava no mundo subterrâneo à espera do renascimento. Se a balança, se inclinasse com o peso das maldades e mentiras, o morto era devorado pela deusa Ahemait, que tinha o corpo de leão, hipopótamo e crocodilo.
Quando precisar da ajuda da deusa Maat para revelar a verdade, fazer justiça ou retificar os erros, prepare um altar com uma vela branca, uma cruz ansata (Ankh), um incenso de lótus, uma pena branca e um cálice com água. Acenda a vela e o incenso, segure a Ankh diante de seu coração e invoque a deusa Maat, pedindo-lhe que revele a verdade, oriente seu caminho e suas decisões e faça prevalecer a justiça e a ordem em sua vida. Beba a água antes de dormir e peça à Deusa para lhe enviar sinais ou orientação durante seus sonhos.
Celebrações solares de Felil Sheathain dos Pictos, na antiga Escócia e dos índios Assinboine, no estado de Montana, EUA
por lua negra * 4:03 PM
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Domingo, Julho 03, 2005
-DIA 3 DE JULHO
Festival celta celebrando a deusa da fertilidade e inspiração Cerridwen, a detentora do Caldeirão Sagrado da transmutação e Grande Mãe da vegetação. Seus simbolos eram o caldeirão, o cálice, a porca branca e os cereais. Neste dia, ofereça flores ou grãos à Mãe da Vegetação e coma uma espiga de milho. Medite olhando para uma taça ou vasilha preta cheia de água, procurando "ver" além da superfície e perceber alguma mensagem da Deusa.
Comemoração de Zytniamatka e de Kornmutter, as mães do milho na antiga Prússia e na Alemanha, as deusas da agricultura e dos cereais cujo espírito ficava retido na última espiga da colheita. Essa espiga era transformada em uma boneca e guardada até a próxima primavera quando, durante um ritual, era enterrada na terra arada para favorecer o plantio e a colheita.
Dança do milho verde dos índios Seminole, na Flórida, homenageando a deusa da agricultura Selu e seu consorte Konati, o senhor da caça. Segundo a lenda, Selu, antes de morrer, ensinou seus filhos a fertilizarem a terra com seu sangue para que o milho pudesse crescer.
Na Micronésia, os povos nativos comemoravam, neste dia, Lorop, a criadora, deusa que alimentava seus filhos com peixes e frutas.
No Havaí e Nova Zelândia celebrava-se Haumea, a deusa da fertilidade, da vegetação e dos nascimentos. Mãe de Pele, a deusa do fogo vulcânico, ela ensinou às mulheres o parto natural.
por lua negra * 4:18 AM
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