Samhaim (pronuncia-se "sou- in") ou
Hallows significava, para os celtas, o final de um ciclo e o prenúncio de um novo, o mergulho na escuridão e na morte à espera do renascimento. Era o mais importante dos Sabbats, representando a passagem do Ano Novo celta e o terceiro e último festival da colheita. Simbolizava não mais a celebração dos cereais ou das frutas, mas a matança dos animais que não mais serviam para a reprodução, sendo transformados em conservas para o inverno. Na Roda do Ano, Samhain é o oposto de Beltane, regido pela Deusa Anciã e pelo Deus da Morte.
Samhain significa "Sem Luz", pois nessa noite, o Deus morre e o mundo mergulha na escuridão. A Deusa vai ao Mundo das Sombras em busca do seu amado, que está esperando para nascer. Eles se amam, e, desse amor, a semente da luz espera no Útero da Mãe, para renascer no próximo Solstício de Inverno como a Criança Prometida.
A atmosfera desse festival era de nostalgia, saudade, lembranças, desapego, retraimento, compreensão e mutação. Os véus entre os mundos se tornavam mais tênues na noite de Samhain, permitindo a comunicação com os espíritos dos ancestrais e dos familiares falecidos. Ao ser cristianizado, Samhain transformou-se na comemoração do dia de Todos os Santos e Finados, enquanto que sua vulgarização e comercialização moderna o caricaturaram como Halloween, a Festa das Bruxas.
Na mitologia irlandesa, em Samhain celebrava-se a união da deusa da guerra Morrigan e Dagda, o deus da Terra, garantindo, assim, a sobrevivência da terra durante as vicissitudes do inverno. As lendas celtas contam como Cailleach, a Anciã, congelou a terra, batendo nela com seu cajado. Lamentando a morte sacrificial do Deus, representada pelo fim do ciclo da vegetação, a Anciã se recolhe para preparar em seu caldeirão sagrado a poção mágica do renascimento.
Nos países nórdicos e celtas, acreditava-se que vários Espíritos da Natureza, principalmente as Fadas Escuras, perambulavam pela terra nesta noite, perturbando as pessoas e assustando os animais. Para mantê-los à distância, fogueiras e lanternas de abóbora eram acesas nas colinas e oferendas eram deixadas nos bosques. Em Roma, celebravam-se neste dia as deusas Pomona e Fortuna, com oferendas agradecendo pela colheita e rituais para atrair a boa sorte.
Na Tradição da Deusa, esta noite é dedicada a Cerridwen, a deusa celta detentora do caldeirão sagrado da sabedoria e da transmutação, a face anciã da Grande Mãe. Comemora-se, também, a descida da deusa suméria Inanna, em visita a sua irmã Ereshkigal, a senhora do mundo subterrâneo, sendo imolada e morta antes de voltar, renovada e mais sábia, ao mundo dos homens. No mito grego, Deméter desce para visitar sua filha Perséfone no mundo escuro dos mortos, implorando-lhe para que volte com ela à superfície. Hécate, a deusa das encruzilhadas, encaminha as almas, iluminando-lhes a passagem com sua tocha.
São inúmeras as deusas relacionadas a este Sabbat, estando presentes em várias tradições: Baba Yaga, Cailleach, Cerridwen, as Erínias, Hécate, as Moiras, Kali, Inanna, Ereshkigal, Ísis, Néftis, Morrigan, Macha, Scatach, Skadi, Oyá, Hel, Holde, as Nornes, Perséfone e Tonantzin.
A noite de Samhain é propícia à reflexão sobre as emoções e os acontecimentos do passado, encarando seus medos e suas limitações, desapegando-se do "peso morto" e buscando inspiração e sabedoria para mudanças e transformações. Usam-se várias formas de adivinhação - bola de cristal, vasilha com água, espelho negro, runas, I Ching e tarot -, buscando-se orientação espiritual por meio de viagens xamânicas, mensagens, canalizações ou psicografias.
Os elementos ritualísticos para este Sabbat são as velas pretas, para a transmutação, e as velas laranjas, para procissão e iluminação, colocadas dentro das lanternas feitas com abóboras. Também são utilizadas representações de aranhas e suas teias, serpentes, flores de crisântemo e calêndula para enfeitar o altar, juntamente com folhas de salgueiro, samambaia e cipreste, galhos e bolotas de carvalho, raiz de mandrágora e as frutas consagradas: avelãs, para atrair sabedoria mágica e maçãs e romãs, representando a morte e o renascimento. Os incensos e essências correspondentes são os de sálvia, carvalho, cedro, sândalo, mirra e copal e as pedras são o ônix, a obsidiana, o jaspe sanguíneo e o cristal esfumaçado. É importante criar um altar especial para os ancestrais ou colocar suas fotografias junto a uma oferenda de bolo ou de frutas, que deve depois ser depositada embaixo de uma árvore. O caldeirão é imprescindível para queimar papéis(escreva os aspectos negativos de sua vida do qual deseja livrar-se) ou resíduos negativos, assim como o oráculo. Se possível, faça uma procissão com velas ou percorra mentalmente um labirinto ao som de batidas de tambor. As roupas devem ser pretas e as pessoas podem usar máscaras de animais, representando seus aliados, mas sem nenhuma conotação grotesca. A comemoração é feita com bolo de abóbora ou frutas, sidra ou chá preto com especiarias.
Neste ritual, reverenciam-se os ancestrais e, com sua ajuda, pode-se empreender uma viagem simbólica ao ventre escuro da Mãe Terra, percorrendo o labirinto do Mundo Subterrâneo, buscando a regeneração e a transformação ao mergulhar no caldeirão sagrado da deusa Cerridwen.
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Antes do ritual, sente-se em silêncio e pense nos amigos e nas pessoas amadas que não mais estão entre nós. Não se desespere. Tenha firme em mente que o plano físico não é a realidade absoluta, e que a alma jamais morre. Prepare o altar, acenda as velas e o incenso, forme o círculo.
Recite o Canto das Bençãos ( ja postei)
Invoque a Deusa e o Deus.
Erga uma das romãs e, com a faca de cabo branco, perfure a casca. Remova diversas sementes e coloque-as no prato.
Erga seu bastão, volte-se para o altar e diga:
" Nesta noite de Samhain assinalo sua passagem,
Ó Rei Sol, através do poente rumo à Terra da Juventude.
Assinalo também a passagem de todos os que já partiram,
E dos que irão posteriormente.
Ó Graciosa Deusa,
Eterna Mãe, que dá à luz os caidos,
Ensina-me a saber que nos momentos de maior escuridão,
Surge a mais intensa luz."
Prove as sementes de romã; parta-as com seus dentes e soboreie seu gosto agridoce.
Acenda um fogo dentro do caldeirão (uma vela serve). Sente-se diante dele, segurando o papel, observando suas chamas. Diga:
"Ó Sábia da Lua,
Deusa da noite estrelada,
Criei este fogo dentro de Seu caldeirão
Para transformar o que me vem atormentando
Que as energias se revertam:
Das trevas, luz!
Do mal, o bem!
Da morte, o nascimento!"
Ateie fogo ao papel com as chamas do caldeirão e jogue-o em seu interior. Enquanto queima, saiba que seu mal diminui, reduzindo-se e finalmente o abandonando ao ser consumido pelos fogos universais.
Deixe os mortos em paz. Honre-os com suas memórias mas não os chame até você. Libere quaisquer dores e sentimentos de perda que possa sentir nas chamas do caldeirão.
Se nece ssário, podem-se fazer trabalhos de magia.
Celebre o Banquete Simples ( já postei).
O círculo é desfeito.
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Sexta-feira, Outubro 29, 2004
AS CORES DAS VELAS E SEUS SIGNIFICADOS
BRANCA - é a mistura de todas as cores. Em geral para todos os pedidos e quando você não souber a cor correspondente para o seu pedido. Usada em rituais que envolvam Energia Lunar. Alinhamento espiritual, limpeza, saúde, verdade, poder, pureza, grandes realizações, meditação, consagração, força espiritual, clarividência, paz. No altar simboliza a Deusa Mãe.
AMARELA - use em rituais onde se deseja obter de outros uma confidência ou persuadir alguém. Simboliza também a Energia Solar. Intelecto, criatividade, unidade, poder de concentração e imaginação, ação, atração, charme, inspiração, mudanças súbitas, quebrar bloqueios mentais, estimular os estudos e a comunicação.
AMARELO CLARO OU DOURADA - ativa a compreensão e atrai as influências dos poderes cósmicos; beneficia rituais para atrair sorte ou dinheiro rapidamente. Simboliza a Energia Solar. Poderes divinos masculinos. Feitiços e rituais para neutralizar, estabilizar a negatividade. Para encorajar e atrair as influências do Deus. No altar simboliza o Deus Cornífero.
ROSA - é uma cor usada em rituais para desenvolver sentimentos amorosos. Favorece o diálogo em mesa de refeição familiar. Cor da feminilidade, honra, romance, amizade. Desperta o espiritual, cura do espírito e comunhão.
VERMELHA - aumenta o magnetismo em um ritual. Energia, potência sexual, paixão, amor, fertilidade, força, coragem, vontade de poder. Também utilizada contra o medo ou a preguiça. Energia de Áries e Escorpião.
ROXA OU PÚRPURA - ideal para rituais de independência, contato com entidades astrais. Cura e feitiços envolvendo poder, idealismo, sucesso, progresso, adivinhação, quebra de má sorte, proteção para afastar o mal. Energia de Netuno.
MAGENTA - combinação de vermelho com violeta, esta cor oscila com alta frequência. Para rituais que necessite de uma ação rápida ou um poder bem elevado; uma saúde espiritual urgente, rápidas mudanças e exorcismo.
MARROM - cor da Terra. Para rituais de força material - traz equilíbrio. Elimina a indecisão; atrai o poder de concentração, estudo, telepatia, sucesso financeiro. Serve também para encontrar objetos que foram perdidos. Para proteção de familiares e animais domésticos.
AZUL MARINHO - use em rituais que requeira um elevado estado de meditação. Cor da inércia, para pessoas ou situações, neutraliza a magia lançada por alguém; quebra maledicência, mentiras ou competição indesejável. Equilíbrio do Karma. Energia de Saturno.
AZUL ROYAL - promove a alegria e a jovialidade. Também é usada para potencializar qualquer energia que você queira. Energia de Júpiter.
AZUL CLARO - cor espiritual, ajuda nas meditações de devoção e inspiração. Traz paz e tranquilidade para a casa. Sintetiza as situações. Energia de Aquário.
AZUL - cor primária e espiritual para os rituais que necessitam de harmonia, luz, paz, sonhos e saúde. Simboliza a verdade, inspiração, sabedoria, honra, bondade, tranquilidade, conhecimento, poder oculto, compreensão, fidelidade, paciência. Proteção durante o sono; estabilidade no emprego.
continua......
por lua negra * 12:08 AM
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OI PESSOAS QUERIDAS! DESCULPEM O TRANSTORNO AQUI NO TEMPLO.....PESSOAS TRABALHANDO, ARRUMANDO, PINTANDO...É QUE COM ESSA CHUVA QUE ANDOU CAINDO, ACONTECERAM ALGUNS PROBLEMAS POR AQUI.... ENTÃO ESTAMOS EM MANUTENÇÃO...CONTINUEM ENTRANDO NO TEMPLO, MAS CUIDADO COM AS LATAS DE TINTA! BEIJOS ENLUARADOS
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VELAS
Na Arte, as VELAS são usadas para aumentar o poder de um encantamento ou para influenciar um poder em particular. Elas simbolizam a transformação da vontade em energia, elevando-a ao Plano Astral.
As velas são por vezes usadas juntamente com ervas e outros auxiliares dos encantamentos, todos apontando para um objetivo em comum. Escolha a vela correspondente ao seu objetivo e com seu athame, grave nela os seus desejos. Para isso você pode usar siglas, símbolos, abreviações e tudo o mais que lhe convier. Depois use um óleo apropriado para ungir a vela, qualquer óleo que tenha o objetivo em comum com o do encantamento. Não unte o pavio da vela.
Para untar uma vela, use a mão do poder, é a mão que você mais usa, esfregue a vela com movimentos circulares ou em espiral. Se você deseja que alguma coisa venha até você, esfregue a vela da ponta para a base. Se deseja remover alguma coisa, esfregue da base para a ponta. Role a vela sobre as ervas correspondentes e finalmente coloque-a no castiçal.
Suspenda as mãos ao lado da vela, mentalmente envie seus desejos para ela e acenda a vela dizendo:
"Vela de poder, vela de força, crie os meus desejos aqui, nessa noite. Poder flua do fogo desta vela. Atenda o desejo de meu coração, as minhas palavras tem força, a vitória está ganha. Assim digo, assim seja! Este encantamento está feito."
A vela não pode ser apagada, deve arder até o fim. É normal que ela evapore totalmente, mas caso haja resíduos, retire-os com o athame, cuidadosamente e jogue-os em água corrente ou aos pés de uma árvore ou jardim.
SOBRE A QUEIMA DAS VELAS
1- quando acender uma vela, use sempre fósforos (nunca esqueiro), a ação de "riscar" o fósforo é mágica e simbólica.
2- você deverá saber exata e precisamente o que deseja.
3- a vela, ao ser impressa com o seu desejo pelo athame, torna-se um receptáculo desse desejo.
4- a conversão gradual da vela em elemento fogo, é uma transferência alquímica da matéria em espírito. O seu pedido é de fato transmitido de sua própria consciência universal - espiritual através do "médium" da vela. Ela é, portanto, o seu ela de ligação com a Mente Universal, a qual é a fonte de todo conhecimento e de todo os milagres. O fogo, representa o Espírito, o oposto da Matéria, o qual é criado pela chama da vela.
por lua negra * 12:29 AM
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Quarta-feira, Outubro 27, 2004
FESTIVAL DAS LUZES
(LUA CRESCENTE)
Na Índia, a deusa
Lakshmi é muito amada pelo povo, mas não possui seu próprio culto em separado. Ela deu de beber a
Indra o
soma (ou sangue do conhecimento) de seu próprio corpo para que ele produzisse a ilusão do parto e se tornasse rei dos devas. Ela nasceu durante o agitar do oceano de leite. Ela é uma deidade da felicidade, da boa saúde, do sucesso, do amor, da boa sorte, da beleza, da prosperidade e de toda a riqueza do mundo.
O festival de
Lakshmi se chama
Diwali e homenageia esta deusa como a esposa de
Vishnu. As esposas hindus dançam particularmente para seus maridos durante esse festival; as lanternas são acesas por toda a parte, e pratos especiais são elaborados. Esse é o Ano Novo hindu, um período de boa sorte e prosperidade.
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Acenda quantas velas for possivel ao redor do círculo. Toque música indiana para criar um clima. Se possuir uma imagem de Lakshmi, ponha-a em seu altar. Acenda incenso de lótus.
Junte suas mãos em oração e curve-se, tocando a testa com a ponta de seus dedos. Diga:
"OM (longo mantra).
Deusa Eterna, Tríplice Mãe,
Deusa dançarina de poder e força,
Abençoe-me com sua presença.
Preencha-me com sabedoria, magia e luz."
Ouça a música por alguns minutos para entrar no ritmo. Diga:
"Comtemple os pés dançantes de Lakshmi enquanto dança para seu consorte.
Lakshmi, deusa da sorte, amor e prosperidade,
Eu a saúdo com alegria e esperança.
Dance, Lakshmi, dance!
Seus pés ágeis trazem sorte à minha vida.
Suas mãos manifestam a prosperidade para mim.
Honra à deusa! Amor à deusa!"
Tomando cuidado com as velas acesas, dance prazerosamente pela área ritual. Habilidade profissional não é importante. Quando a energia estiver suficientemente elevada (é possivel senti-la no ambiente), volte para o altar e junte suas mãos. Curve-se e diga:
"Com alegria e esperança, meu coração recebe Lakshmi.
Entre Lakshmi, senhora da boa sorte e da prosperidade."
Lance um beijo à deusa e dance lentamente ao redor da sala mais uma vez, desta vez apagando cada vela à medida que passa por elas.
"Deusa dançante das luzes,
A Sorte banha seu filho.
Levante o véu das noites depressivas,
E abençoe-me, suave deusa.
Tesouros do fundo da Terra,
Pedras preciosas e belos metais,
Riqueza infindável, prosperidade,
Para que eu satisfaça mos desejos
De minha mente e corpo.
Grande Lakshmi,
Ilumine meu futuro.
Suavize meu destino."
por lua negra * 12:02 AM
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Terça-feira, Outubro 26, 2004
RITUAL - COMUNICAÇÃO COM O DEUS CORNUDO
O deus celta Cernunnos era conhecido em várias formas por toda a Europa. Era chamado de o Deus Cornudo, Deus da Natureza, Deus do Submundo e do Plano Astral, Grande Pai e O Chifrudo. Os druidas o chamavam de Hu Gadern, o Deus Cornudo da fertilidade. Era representado sentado numa posição semi-lótus com chifres ou galhadas na cabeça, com cabelos longos e enrolados e barba. Estava nu e usava um torque; por vezes, ele porta uma lança e um escudo. Seus símbolos são o alce, o bode, o touro e a serpente chifruda. Cernunnos regia a virilidade, a fertilidade, os animais, o amor físico, a Natureza, os bosques, a reencarnação, as encruzilhadas, a riqueza, o comércio e os guerreiros.
Todos precisamos aprender a lidar com o Deus Cornudo e seus poderes de reencarnação, riqueza e apreciação da Natureza. Nós já lidamos, ainda que subconscientemente, com seus poderes de fertilidade e sexo físico.
Serão necessárias pequenas imagens de animais (fotos também servem), incenso de pinho, uma máscara e um tambor ou tamborete. Acenda o incenso. Estenda um cobertor no chão e arrume as imagens. Deixe a máscara à mão. Sente-se confortavelmente no cobertor; se não puder sentar dessa forma, use uma banqueta ou cadeira.
Coloque a máscara. Apanhe o tambor e bata num ritmo lento e constante, até que se sinta relaxado. Feche seus olhos e sinta-se mergulhado nos domínios do Deus Cornudo.
Olhe através da máscara para as imagens dos animais. Tudo terá uma qualidade levemente surrealista. Apanhe uma imagem por vez e analise-a. Pense no animal, em suas características e qualidades. Permita que essa imagem se torne real em sua mente. Observe o que ele faz, pois o animal deverá em certo momento começar a fazer coisas incomuns. Pode até falar com você, de mente a mente.
Após estudar todos os animais, feche os olhos novamente e chame pelo Deus Cornudo. Pode ser que se veja mentalmente numa trilha na floresta. Siga-a até chegar a uma clareira gramada. Lá, ao lado de uma enorme árvore, está sentado o Deus Cornudo, o aguardando. Sente-se a seu lado e conte-lhe a informação que deseja para melhorar a sua vida. Após o Deus Cornudo terminar de dizer o que tinha a dizer, ele toca sua testa e você se encontrará retornando suavemente a este tempo e a este local.
Pode se sentir desorientado por alguns minutos, portanto sente-se em silêncio e permita que seu corpo e mente se reajustem. Apanhe o tambor e bata novamente num ritmo lento e constante, até que se sinta novamente centralizado em seu corpo. Agradeça ao Deus Cornudo por seu auxílio e retire a máscara.
por lua negra * 12:21 AM
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Segunda-feira, Outubro 25, 2004
OI QUERIDOS AMIGOS! MAIS UMA SEMANA ESTÁ COMEÇANDO E ESPERO QUE SEJA ÓTIMA PARA TODOS VCS. DEIXO UMA ESTÓRIA LINDA EXTRAÍDA DO SITE CÍRCULO SAGRADO, CUJA FONTE É DA ALEMDALENDA. ESPERO QUE VCS GOSTEM.....BEIJOS ENLUARADOS.
(http://www.harpa.com/)
A HARPA MÁGICA
Em um venerado mosteiro conservava-se uma harpa mágica, da qual, segundo os antigos oráculos, brotaria uma melodia maravilhosa no dia em que fosse dedilhada por um artista capaz de tocá-la devidamente.
Atraídos pelo oráculo e com a esperança de se tornar famosos, muitos iam ao santuário, garantiam que eram grandes harpistas e pediam para que lhes deixassem tentar tocar a harpa mágica. Mas todos fracassavam, do instrumento só saiam os mais desagradáveis ruídos.
Tanto os monges que viviam no mosteiro como todo o povo do luga, já haviam perdido as esperanças de que pudesse aparecer alguém capaz de tocar aquele instrumento misterioso quando, um dia, apresentou-se ali um humilde homem. Era um desconhecido, e ninguém imaginava que chegaria a conseguir aquilo que tantos músicos célebres haviam fracassado.
Quando o homem começou a dedilhar o instrumento com delicadeza, como se estivesse acariciando as cordas com os dedos, tinha-se a sensação de que a harpa e o harpista haviam sido fundidos em um único ser. Durante bastante tempo, que a todos lhes pareceu como um segundo, ouviram uma melodia com a qual se quer poderiam ter sonhado.
Por fim, o homem acabou de tocar e devolveu com grande reverência a harpa aos monges, estes maravilhados, perguntaram-lhe como conseguira tocar aquela música com um instrumento do qual os mais famosos músicos não haviam sido capazes de tirar sequer uma nota afinada.
Então o homem respondeu com grande humildade: "Todos os que me precederam na tentativa chegaram com o propósito de usar a harpa para se envaidecer. Eu, apenas me submeti inteiramente a ela e emprestei-lhe meus dedos, para que não fosse eu a lhe impor minha música, mas que ela pudesse cantar tudo o que leva dentro de si. Então, a madeira da harpa, que havia sido uma árvore centenária vibrou para cantar o ritmo do sol e da lua, os resplendores da aurora e do ocaso, a força do vento, o rumor da chuva, o silêncio das nevadas, o calor do verão e o frio do inverno, a ilusão de tantas primaveras e a tristeza do outono; em suma a história da própria natureza. É um instrumento maravilhoso que não pode ser tocado por aqueles que estão cheios de si mesmos, é preciso esvaziar-se diante da harpa para deixar que ela mesma toque a sua melodia."
por lua negra * 12:01 AM
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Domingo, Outubro 24, 2004

LUA DA CURA - OUTUBRO
Curar-se não é apenas se livrar de uma doença. É também entrar em harmonia com seu corpo, com seus órgãos, com seu ritmo e conservar seu organismo em equilíbrio. O primeiro passo é o controle da respiração. Inspire e expire consciente dos seus movimentos, da entrada e saída de ar dos pulmões. Todas as noites, antes de dormir, procure visualizar seus órgãos internos. Imagine seu coração batendo, o estômago em movimentos suaves para realizar a digestão, o fígado filtrando o que é bom para seu organismo. Evite comer coisas que fazem mal, abstenha-se das bebidas alcóolicas e modere qualquer tendências a exageros. Com o tempo você vai perceber que é possível "ouvir" seu organismo, e dificilmente será vítima de uma doença inesperada. Comer uma folha fresca de sálvia todos os dias também vai ajudá-la a manter a saúde em ordem. E, para se prevenir contra contágios, faça um amuleto com um dente de alho, uma folha seca de sálvia, uma pedrinha de cãnfora e nove cravos-da-india. Carregue-o preso à roupa com um alfinete, para tê-lo sempre junto.
por lua negra * 1:23 AM
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Sábado, Outubro 23, 2004
DISIRBLOT - LUA CHEIA
O Disirblot, um festival nórdico a Disir e à deusa Freya, era celebrado, especialmente na Suécia, na Lua Cheia durante o início do inverno nórdico ( no meio de outubro). A deusa, sob o nome de Freya Vanadis, era celebrada com cerveja, porco, maçãs e cevada. Os festivais ou rituais nórdicos eram chamados blots; normalmente, toda a comunidade participava. O Disirblot era uma celebração anual das deusas e ancestrais femininas.
Freya era chamada de a Grande Dis, o que a colocava como líder das Disir, ou deusas e ancestrais femininas. As Disir eram tradicionalmente descritas como nove mulheres vestidas de preto ou branco, e portando espadas. Nove é um número lunar e é considerado pelos nórdicos como um dos mais misteriosos e sagrados números. As Disir traziam sorte mas eram também implacáveis quanto ao cumprimento da justiça. As Disir, chamadas de Idises na Alemanha, estavam intimamente associadas às Valquírias e às Norns. Estavam envolvidas com adivinhação e especialmente com o cumprimento da justiça cármica.
Algumas referencias dizem que as Disir eram humanas, enquanto outras fontes as relacionam como uma espécie de ser sobrenatural. É muito provável que o termo definisse tanto deusas como sacerdotisas humanas. As Disir protegiam e orientavam os clãs, definiam o destino (ou wyrd) e eram intermediárias dos deuses e das pessoas. Elas auxiliavam as volvas ( sacerdotisas) na adivinhação e na arte mágica de seidr. As Disir possuíam o poder de conjurar ou dispensar, utilizando o poder das runas. Os pagãos patriarcais, e posteriormente os cristãos, desaprovavam as Disir e seus seguidores. Ambos os grupos perseguiram e assassinaram as sacerdotisas.
Seidr quer dizer "encantamento". Transes, para contatar seres do outro mundo e os mortos, eram parte principal de um seidr. A volva sabia como contatar os alfar ou elfos, para ajudar ou atrapalhar. Transes eram utilizados para viagens astrais para obtenção de informações. Enquanto a volva entrava em transe, outras sacerdotisas entoavam canções especiais, chamadas galdr. Era na verdade o uso de cantos e a repetição de poesia que criavam um estado alterado de consciência, necessário para entrar em transe.
Todos os talentos listados nos registros são semelhantes aos utilizados pelos praticantes do xamanismo. Mesmo com a condenação pelo patriarcado do uso de seidr, a lenda diz que o deus Odin o praticou após ser instruído por Freya.
por lua negra * 12:32 AM
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Sexta-feira, Outubro 22, 2004

RITUAL - BOAS VIAGENS
Sempre que partir em viagem, algumas precauções mágicas devem ser tomadas. Na noite que antecede a viagem, faça um pequeno saquinho com pó de cálamo, olíbano, alecrim e verbena. Um envelope de papel pode ser utilizado em substituição ao saquinho, se necessário. Enfie esse talismã de proteção em seu bolso ou bolsa para levar durante a viagem. Se sua bagagem seguir em separado, faça pequenos pacotinhos para pôr dentro de cada mala.
Assim que chegar ao veículo que o transportará, feche os olhos e mentalize uma brilhante espada em sua mão. Circunde mentalmente o veículo por tres vezes com a espada. Uma parede de chamas azuis surgirá após a terceira volta. Deixe mentalmente a espada na frente do veículo. Isso pode ser repetido na jornada de volta.
O ritual pode ser repetido a qualquer ponto da viagem quando sentir que proteção extra se faz necessária ou que o círculo de fogo necessita ser reforçado. Essa técnica pode também ser utilizada se for ficar em quartos de hotéis.
por lua negra * 2:32 PM
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Quarta-feira, Outubro 20, 2004
DEUSA LAKSHMI
Sri Lakshmi é representada segurando uma flor de lótus, ou sentada sobre ela segurando um cofre e derrubando moedas de suas mãos. Pode ser representada com quatro braços ou com apenas dois. Usa um sari vermelho, que simboliza rajas, a ação para manter a vida, tem muitas jóias e moedas de ouro, que representam a riqueza e a prosperidade. Também representa a corporificação da amabilidade, generosidade, encanto, beleza, fartura e saúde. Ela é cultuada como deusa da riqueza material e da liberação do ciclo de vida e morte. Ela era consorte de Vishnu. Segundo a lenda, essa deusa nasceu enquanto os deuses agitavam os mares de leite, e foi considerada uma das quatorze coisas preciosas que surgiram durante o processo. Ela estava completamente desenvolvida e bela quando saiu do oceano. Todos os deuses a desejaram como esposa, mas ela elegeu Vishnu.
Quando Vishnu atravessou suas reencarnações, Lakshmi reencarnava com ele. Quando Vishnu se tornou Rama, Lakshmi tornou-se Sita. Quando ele virou Krishna, ela passou a ser Radha, a menina-vaca. Como consorte de Vishnu, ela incorpora o lado ativo da criação: Vishnu representa a idéia, e Lakshmi simboliza o processo criativo em si.
Lakshmi é fortemente associada à lótus. O significado da lótus com a Deusa representa a sua pureza e poderes espirituais. A lótus é uma flor que nasce na lama, mas floresce acima das águas, completamente intocada pelo barro. Isso simboliza a perfeição espiritual, a autoridade e poderes de fertilidade associados à Lakshmi e é por isso que ela frequentemente aparece sentada ou em pé dentro desta flor. As associações de Lakshmi e a lótus sugerem muito mais que os poderes fertilizadores do sólo úmido e os mistérios do crescimento. Isso representa a perfeição ou estado de refinamento que transcende o mundo material, a importância da vida pura sem o qual a prosperidade torna-se algo fútil e sem sentido. A lótus e Lakshmi representam o total florescer da vida, o elo que une a terra e o mundo dos Deuses.
Apesar de ser a consorte de Vishnu, Lakshmi passou a ser uma ávida devota de Shiva. Todos os dias ela colhia com suas criadas mil flores para ofertar à Shiva durante à noite. Um dia, euquanto contava as flores para oferecer à ele, Lakshmi percebeu que tinha colhido duas à menos. Já era muito tarde para colher mais duas flores para completar a conta e as flores de lótus já tinham fechado suas pétalas para a noite. Lakshmi achou que seria de mau agouro oferecer menos que mil flores à Shiva. Então, ela lembrou-se que Vishnu tinha descrito em poemas que seus seios eram semelhantes às lótus que floriam. Ela decidiu oferecer os seus próprios seios.
Lakshmi foi até a imagem de Shiva, onde ela todos os dias fazia suas oferendas e cortou um de seus seios e colocou junto às flores no altar. Antes que ela pudessse cortar o seu outro seio, Shiva, que estava extremamente comovido com a devoção de Lakshmi, apareceu e pediu que ela parasse. Ele então circulou a parte do seio cortado com um fruto sagrado e o entregou para Terra, para que pudesse florecer perto de seu templo.
O animal sagrado de Lakshmi é a coruja, um pássaro que dorme de dia e vaga pela noite. Isso representa que jamais devemos fechar nossos olhos e nossas sementes para a luz, por maiores que sejam as bênçãos de prosperidade que Lakshmi distribua em nossas vidas. A riqueza deve servir todos aqueles que saibam como controlá-la e fazer o melhor uso dela. Como deusa da sorte, Lakshmi é também descrita como sendo volúvel, pois a sorte muda sem prévio aviso.
por lua negra * 12:07 AM
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Terça-feira, Outubro 19, 2004

O GRANDE DEUS CORNUDO DA GRÃ-BRETANHA
Essa deidade silvestre possui inúmeros nomes e é conhecido muito além da Grã- Bretanha. Em Gales ele é Atho, o Deus Cornudo; na Floresta de Windsor ele é Herne, o Caçador; às vezes é também chamado de Cernunnos. Todos são aspectos de uma única divindade e de seus poderes. Seja qual for o seu nome e a forma que assuma, ele possui uma caracteristica comum: chifres em sua cabeça.
Acredita-se que Herne, o Caçador, ainda assombre as florestas nas cercanias do Castelo de Windsor. Diz-se que em 1964 ele foi visto nos bosques cavalgando seu cavalo que respira fogo.
Ainda hoje, em algumas partres da Grã-Bretanha, celebra-se a grande Feira dos Chifres no final do ano. Os homens desfilam pelas ruas portando chifres atados às cabeças. Tudo isso são reminiscências do poder do deus dos bosques sobre a fertilidade dos animais da floresta. Ele é Aquele que Abre os Portões da Vida e da Morte, o Grande Pai, o Senhor de Toda a Natureza. Os druidas o chamavam de Hu Gadern, o Deus Cornudo da Fertilidade.
por lua negra * 12:14 AM
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Segunda-feira, Outubro 18, 2004
OI PESSOAS QUERIDAS!! MAIS UMA SEMANA COMEÇA....QUE ELA SEJA REPLETA DE ALEGRIAS E REALIZAÇÕES PARA TODOS VCS!! DEIXO AQUI UM TEXTO LINDO QUE PEGUEI NO SITE CIRCULO SAGRADO. REFLITAM ...... E COMENTEM....ADORO VCS !! BEIJOS ENLUARADOS
A LUZ ( autoria : Galahad )
Existia uma vila muito ao norte, onde seus moradores viviam da pesca e da caça.
Nesta vila havia um homem chamado Phelys, um homem triste e cansado. Phelys havia sido criado bem longe dali, em uma grande cidade, mas sua esposa e filha um dia sofreram um grave acidente e faleceram.
Ele ficou muito triste e desistiu de viver, foi para o local mais longe que conseguiu encontrar, justamente essa vila.
Todos os dias as pessoas da vila se reuniam em volta da fogueira e ouviam as histórias dos mais velhos. As histórias falavam das aventuras da Grande Deusa e do Grande Deus. Os anciões contavam histórias de caça e pesca, histórias de guerras e histórias alegres. Phelys sempre ia às reuniões, conversava com algumas pessoas e sempre se lembrava de sua esposa e sua querida filha.
Um dia, convidaram Phelys para entrar em um dos pequenos ritos do vilarejo, o rito em agradeciemto a Grande Deusa. Nesse rito eles agradeciam pela caça e pesca que Ela produziu durante todo o ano. Meio sem querer, ele foi caminhando para o centro do vilarejo na noite da celebração. Exatamente naquele dia seria o aniversário de casamento dele, então a tristeza em seu coração era tão grande, que preferiria ficar em casa. Resolveu ir mesmo assim.
Chegando no centro da vila, viu alguns moradores, mas não havia festa. Estranhou. Então uma das pessoas veio lhe contar que uma menina, filha de um dos pescadores, havia ido para a floresta na tarde daquele dia e não tinha voltado ainda.
Ele se ofereceu para ir procurar também. Pegou uma tocha e seguiu para o rumo onde os outros homens haviam ido.
Ele andou por muito tempo. Não encontrava nada e a sua tocha já estava gasta e quase apagando. Então ouviu um barulho.
Virou-se de uma vez e viu que olhos o observavam. Sentiu medo.
Talvez fosse hora de partir dessa vida, de encontrar sua esposa e filha. Mas se fosse como estava aprendendo ultimamente com os moradores da vila, o ciclo continuaria, elas voltariam para esta terra.
Virou novamente para frente e começou a correr.
Correu por muito tempo, no meio da mata, até encontrar uma caverna com uma pequena entrada.
Lá dentro ouviu barulhos.
Entrou e viu a menina lá dentro, cantando baixinho.
- Oi - disse Phelys
- Olá, eu sabia que você vinha.
- Você está bem?
- Torci o meu pé e não consegui voltar. Estava aqui dentro vendo as imagens da Deusa.
Phelys apontou sua tocha para a parede e viu muitas imagens femininas, enquanto a menina continuou a falar.
- Eu sabia que você vinha.
- Sabia?
- Sim....eu vi a Deusa....ela estava junto com uma outra mulher, elas me disseram que você viria.
- Como assim? - perguntou Phelys meio desconfiado.
- Tome isso - disse a menina entregando uma pequena flor para Phelys. Era uma flor que nascia dentro da caverna. - Essa é a flor que a mulher que estava junto com a Deusa pediu para te entregar. Ela disse que você se lembraria dela sempre que quisesse.
Phelys cheirou a flor e começou a chorar....Era o mesmo perfume que sua esposa costumava usar.
Entre lágrimas ele perguntou:
- Como você sabe da flor?
- Eu não sabia....Foi a mulher que me contou.....A Deusa disse que eu não me preocupasse e que esperasse que alguém viria me buscar. Ela disse que eu tinha algo a fazer hoje, que era minha obrigação estar aqui. Depois ela disse que quem viria era uma pessoa muito especial, e que uma de suas filhas gostava muito dela. Era você - disse a menina sorrindo.
Neste instante Phelys viu uma grande luz clara no fundo da caverna e foi até lá. Viu uma mulher de costas, abaixando para pegar uma flor e ouviu em seu coração o seguinte:
"Meu amado, todos nós viemos da Deusa e para Ela voltaremos. Não fique triste, continue a viver, sempre te amei e sempre te amarei. O que me aconteceu não foi por acaso, nem culpa sua. Todos carregamos o que somos, e as coisas que acontecem conosco são o retorno do que fazemos em nossas vidas. A Deusa é Justa e meu tempo ja havia acabado. Sempre que sentir saudades minhas, venha até aqui e você saberá duas coisas: que eu te amo e que a Deusa será sempre justa com você."
Depois disto, o forte cheiro da flor tomou conta do local.
Phelys voltou, pegou a menina em seu ombro e ela foi lhe ensinando o caminho de volta. Voltou ao vilarejo, com os olhos cheios de lágrimas e muita alegria no coração.
Ele ainda passou algum tempo no vilarejo, mas resolveu voltar para a sua cidade.
Uma vez por ano, até hoje, Phelys volta àquele vilarejo, na mesma data. Quando chega, cumprimenta alguns conhecidos e vai até a caverna, onde sempre se lembra de duas coisas: que o amor pode ultrapassar qualquer barreira e que a Deusa está presente em tudo que existe.
por lua negra * 12:13 AM
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Domingo, Outubro 17, 2004

USANDO A ÁGUA
A água é o símbolo da purificação em qualquer cerimônia religiosa, pois é a ponte que nos conecta com a espiritualidade; defende o nosso corpo das energias nocivas e harmoniza as energias da nossa casa. Pode ser usada tanto para purificar, como também para energizar, proteger e benzer. Enfim, é ela que leva embora o que não tem mais serventia para nós.
Deve ser usada sempre que houver um desequilíbrio energético. Não é preciso nenhum ritual mágico para limpar o corpo e a alma ou até mesmo para afastar a desarmonia dos ambientes.
LIMPANDO
As energias negativas que estão aderidas à aura (camada invisível que circunda o corpo) podem ser eliminadas com um banho de folhas de fumo, guiné e galhinhos de arruda. Coloca-se os ingredientes numa panela, deixe ferver por cinco minutos, coe; dilua em agua fria e jogue no corpo, sempre do pescoço para baixo.
HARMONIZANDO
Para que você se conecte com a vida e fique centrado consigo mesmo, tome um banho com a água de um coco verde (da cabeça aos pés), sem esquentar. Também ajuda bastante quem está descompensado emocionalmente, seja por problemas sentimentais ou profissionais.
ATIVANDO O SEU DIA
Coloque numa panela, raminhos de alecrim, folhas de sálvia (que traz alegria) e folhas de carqueja (que é energizante). Ferva por cinco minutos, coe; dilua em água fria e jogue no corpo, do pescoço para baixo.
DESCARREGANDO AS ENERGIAS
Ao término de um dia cansativo de trabalho, tome um banho de chuveiro ou ducha, mas com a intenção de limpar as energias acumuladas durante o seu dia. Saudar a água e pedir que leve embora todas as energias ruins que possam estar empregnadas no seu corpo, é um ato de respeito com o elemental que governa a água. Uma outra maneira de descarregar as energias acumuladas no seu corpo, é aproveitar um dia de chuva e se deixar beneficiar por essa água, que contém muita energia.
TENDO PAZ EM CASA
Faça como a tribo cherokee, que necessita apenas de água e um ramo de cedro para a limpeza espiritual de uma casa. Mergulhe o ramo de cedro na água, coloque num borrifador e espalhe pelos ambientes.
ESPANTANDO OS MAUS FLUÍDOS
Coloque, dentro de um copo liso e transparente, água até chegar à dois dedos da borda, misture sal grosso (à vontade). Deixe sempre atrás da porta de entrada principal da sua casa. A cada 24 horas jogue o que restou da água do dia anterior, no vaso sanitário e o copo pode ser usado novamente, com a água limpa.
CAPTANDO AS ENERGIAS PESADAS
Encha um recipiente, de vidro ou cerâmica, com água; coloque ao sol, por 3 horas. Após esse tempo, essa água estará repleta de energia yang (quente). Coloque esse recipiente em locais escuros da casa, que tenham sido usados por pessoas doentes ou que estejam impregnados de fluídos nocivos. A água energizada pelo sol é capaz de promover harmonia.
por lua negra * 12:14 AM
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Sábado, Outubro 16, 2004
OLA!! ANDEI SUMIDA POR ESSES DIAS E FIQUEI MUITO CHATEADA......VOU CONTAR PQ: NA QUARTA -FEIRA, EU ESTAVA FALANDO COM A KALLZINHA NO MSN E COMENTAMOS QUE PODIA CHOVER, QUE ESTAVA PRECISANDO.....CHEGOU A NOITE, CAIU UMA CHUVA ENORME POR AQUI, QUE DEU UM PROBLEMA SÉRIO NA REDE, E NÃO PUDE CONECTAR ATÉ HOJE! GENTE, QUE CHUVA!!! NÃO CONSEGUI ENTRAR AQUI NO TEMPLO, TAVA TUDO INUNDADO... GRAÇAS AOS DEUSES, HOJE CONSEGUIRAM ESTABILIZAR TUDO E ESTOU AQUI!! SORTE QUE NÃO INUNDOU O TEMPLO...IA DAR UM TRABALHÃO PRA LIMPAR TUDO......BOM...COMO AGORA ESTÁ TUDO EM ORDEM, AMANHÃ TEM POST NOVO E COLOCAREI MINHAS VISITAS EM DIA. UM ÓTIMO FINAL DE SEMANA PARA TODOS!! APROVEITEM BEM ! BEIJOS ENLUARADOS
por lua negra * 12:00 AM
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Quarta-feira, Outubro 13, 2004
OI PESSOAL! RECEBI ESSA MENSAGEM LINDA DA MINHA FILHOTA KALLZINHA E RESOLVI COMPARTILHAR COM VCS......ESPERO QUE VCS GOSTEM COMO EU GOSTEI! BEIJOS ENLUARADOS

É na infância que o espírito humano se manifesta em pureza.
Por maiores responsabilidades que lhe caiam, e o senso de autocrítica lhe molde o comportamento e as atitudes, sempre existe o lado infantil dentro de você. As pessoas crescem, amadurecem e assumem as posturas que a vida adulta naturalmente exige.
Entretanto, deixe a criança pura e inocente que habita dentro de você extravasar-se. Não exija tanto de si mesmo para evitar tensões e frustrações. Se não houver prejuízo da liberdade alheia, tudo lhe é permitido por direito universal.
A criança é a própria expressão divina. É exatamente no mundo infantil que a maldade desaparece, cedendo lugar à pureza, à bondade e, principalmente, à liberdade.
(Autor Desconhecido).
por lua negra * 2:37 PM
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Terça-feira, Outubro 12, 2004
ORAÇÃO A ÍSIS
Ó grande e poderosa Ísis, deusa do amor, mãe de todas
as crianças, guardiã do tempo, velai por mim, vossa filha,
com amor e compaixão.
Que as areias do tempo sejam entornadas de modo que
eu possa viver em mundos passados e futuros.
Mostrai a mim aquilo que preciso ver. Venerável Ísis,
dai-me paz para que eu possa ouvir a voz serena e
suave dos deuses e também a vontade do divino.
Revelai-me a verdade que devo saber e ternamente
conduzi-me na direção do caminho da Luz.
por lua negra * 3:03 PM
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Segunda-feira, Outubro 11, 2004
BOM DIA PESSOAS QUERIDAS!! MAIS UMA SEGUNDA......ALGUNS GOSTAM E OUTROS DETESTAM!!.... RSRS.....MAS NÃO PODEMOS FAZER NADA....É O CICLO DO TEMPO ( SÓ SE ALGUEM INVENTAR ALGO NOVO E FANTASTICO PARA MUDAR ISSO), JA FALEI DEMAIS! RS....QUERO DEIXAR PRA VCS, HOJE, UM TEXTO SOBRE DESTINO...ESPERO QUE GOSTEM! UMA EXCELENTE SEMANA, DE MUITA LUZ, PAZ E HARMONIA! ADORO VCS!! BEIJOS ENLUARADOS....

ESCOLHENDO O PRÓPRIO DESTINO
"Estou disposto a largar tudo", disse o príncipe ao mestre. "Por favor, me aceite como discípulo".
"Como um homem escolhe seu caminho?", perguntou o mestre.
"Pelo sacrifício", respondeu o príncipe. "Um caminho que exige sacrifício, é um caminho verdadeiro".
O mestre esbarrou numa estante. Um vaso caríssimo despencou, e o príncipe atirou-se ao chão para agarrá-lo. Caiu de mau jeito e quebrou o braço, mas conseguiu salvar o vaso.
"Qual é o maior sacrifício: ver o vaso espatifar-se, ou quebrar o braço para salvá-lo?", perguntou o mestre.
"Não sei", respondeu o príncipe.
"Então como quer orientar sua escolha pelo sacrifício? O verdadeiro caminho é escolhido por nossa capacidade de amá-lo, não de sofrer por ele".
por lua negra * 12:03 AM
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Sábado, Outubro 09, 2004
OI PESSOAL, NAVEGANDO NA NET, ENCONTREI O SITE DO BRUXO CLAUDINEY PIETRO, http://www.bruxariamoderna.cjb.net/, E TOMEI A LIBERDADE DE TRANSCREVER UM TEXTO DELE AQUI NO TEMPLO, QUE ACHEI MUITO INTERESSANTE...LEIAM, PENSEM E VISITEM O SITE DESSE GRANDE BRUXO, VALE A PENA.
PEQUENOS PAGÃOS
Autoria: Claudiney Prieto
Assim como a Wicca vem crescendo, muitas crianças estão nascendo em famílias Pagãs e tendo suas bases religiosas e sociais fundamentadas no Paganismo.
Hoje temos uma nova geração de pequenos Bruxos que estão caminhando à vida adulta com uma consciência e realidade religiosa totalmente diferente daquela que muitos de nós recebemos quando crianças.
Um dos melhores aspectos da Arte é a possibilidade que temos de partilhar nossas práticas, nossos feitos e religião com as crianças de nossa família.
O Paganismo contribui substancialmente com seus valores e atitudes em prol da natureza e isso é um aspecto favorável para a instrução de uma criança em tempos modernos.
Os pais Pagãos criam seus filhos com conscienciosidade e amor a tudo. Os ensinamentos transmitidos à uma criança Pagã não devem ser unicamente religiosos. Estão incluídos em suas bases fundamentais o sentido de responsabilidade, prestatividade e amabilidade.
O racismo, preconceito, fanatismo e intolerância não são tolerados em uma casa Wiccana. Eles são contra a natureza e contra as nossas crenças e práticas.
Centramos nosso modo de vida no que acreditamos e fazemos, já que a Bruxaria é uma religião não só de pensamentos e ideais, mas também de ação.
Criar um filho dentro da religiosidade Pagã nem sempre é tarefa fácil em nossa sociedade atual e muitas vezes nos deparamos com pessoas que são contra isso e que nos perguntam: Por que deveríamos ensinar às nossas crianças os caminhos de vida Pagã?
As respostas são tão amplas quanto evidentes.
Quando ensinamos nossa religião às nossas crianças, lhes damos exemplos claros de liberdade e tolerância.
Acima de tudo a Wicca encoraja a responsabilidade social e ambiental e ensinar à uma criança fundamentos como não fazer mal à ninguém, o respeito ao seu próprio corpo, ao de outras pessoas e celebrar as diferenças entre os indivíduos só poderá fazer dela um futuro adulto que respeite a vida e entenda a noção de sacralidade da mesma.
Além disso, a aplicação da noção de auto-respeito em crianças faz com que elas não só aprendam a respeitar as diferenças entre pessoas, mas exaltar essas mesmas diferenças, entendendo o significado da diversidade cultural e a tolerância religiosa. Informações básicas providas enquanto pequena oferecerá uma base firme quando sua criança estiver pronta para seguir seu próprio caminho. A Wicca proporciona uma sensação de santidade da vida e a acessibilidade ao Divino e ensina a celebrar as diferenças que nos separam como indivíduos, em lugar de usá-las para discriminar outros.
Um Pagão sempre cria seus filhos com liberdade e conscienciosidade, sabendo que eles têm o direito de fazer suas próprias escolhas. Um pai pagão deve permanecer atento a este fato durante o tempo de responsabilidade pelo bem estar da criança e de sua instrução. Esperançosamente, a instrução de uma criança nos modos de vida Pagã irá ensiná-la a fazer escolhas responsáveis, inteligentes e educadas em sua vida. Esta instrução serve como uma forma de demonstrar que mesmo se elas procurarem por caminhos diferentes, terão nosso amor e apoio. Nós podemos lhes ensinar o amor, respeito, reverência pela natureza, e tolerância à todas as pessoas. Elas aprenderão a questionar, buscar, suportar e entender as coisas nas quais acreditem.
Nunca devemos esquecer que crianças aprendem de exemplos. Elas aprendem muito mais assistindo ao que fazemos do que ao que dizemos. Nós podemos lhes ensinar muito mais do que poderíamos esperar "fazendo", do que somente ensinando-lhes ou falando. Lembre-se que sendo um pai Pagão você sempre deve começar sendo um bom pai. Ensine suas crianças com carinho, respeite o espaço delas e sua individualidade como pessoa. Sempre lembre-as que iremos todos trilhar nossos caminhos individuais no mesmo planeta, por isso, precisamos aprender a respeitar diferenças individuais e viver juntos harmoniosamente.
Muitos pais Pagãos perguntam qual o melhor momento para transmitir os conhecimentos mágicos da Religião Antiga aos seus filhos e quando começar a treiná-los nos métodos de magia.
Qualquer criança que tenha luminosidade suficiente para fazer uma pergunta inteligente merece uma resposta semelhante. O simples responder de uma pergunta, não um curso inteiro de filosofia religiosa, é o primeiro passo para começar a educação consciente de um pequeno Pagão.
Crianças geralmente fazem perguntas para as quais elas precisam de repostas. Elas tem a misteriosa habilidade de decidir qual o tempo certo de começar o seu caminho espiritual. Elas não notam os artigos que têm ao redor de sua casa, a menos que estes artigos à atraiam e quando perceberem seus Instrumentos Mágicos é a hora ideal para explicar seu uso e significados.
Celebrações, atividades de Círculo, Sabbats, festivais e reuniões de Coven são exemplos adicionais de lugares onde podemos instruir nossas crianças. Podemos ensiná-las em qualquer lugar, contanto que nós as ensinemos com carinho. Sempre devemos ter certeza que não estamos dando mais informações do que elas são capazes de absorver, baseado na idade e maturidade da criança individualmente.
Deixe sua criança o guiar, respondendo simplesmente as perguntas que ela lhe fizer. Uma criança que pergunta por que acendemos velas verdes não quer um curso de rituais de velas, ela quer uma resposta simples à pergunta feita.
Elas devem ser criadas com a sensação de que a Magia é natural, faz parte do universo e que é a fonte de poder pessoal através da qual nós controlamos nossa vida e sendo assim nos tornamos mais ainda responsáveis por ela.
Para você que é um pai Pagão torne a vida de seu filho uma vida mágica, discutindo sobre a natureza, dando a ele a possibilidade de possuir um altar pessoal e discutindo as interpretações dos Mitos sagrados de nossa religião. Cante, dance, faça danças espirais com ele e seus amigos, celebre a vida demonstrando que a Deusa aprova todas as manifestações de alegria. Ensine-o a sentir o pulsar da Terra, a receber a energia das árvores, a entender o canto dos pássaros e as direções dos ventos. Ensine para ele os cânticos sagrados de nossa religião e celebre o seu aniversário com danças, rituais e cantos em homenagem aos Deuses e aos ancestrais. Ensine-o a viver em unidade e em integração com a natureza, honrando sua família e amigos.
E o mais importante, esteja com o seu filho, pois o maior e melhor presente mágico que você pode dar a ele é o seu tempo, carinho e atenção. Jamais se esqueça que o amor é a fonte da Magia!
por lua negra * 12:36 AM
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Sexta-feira, Outubro 08, 2004
OI PESSOAS QUERIDAS! DEPOIS DE UMA SEMANA DE CAMA, ME RECUPERANDO DE UMA GRIPE, ESTOU VOLTANDO E JA BEM MELHOR! QUERO AGRADECER O CARINHO E A PREOCUPAÇÃO QUE VCS TIVERAM COMIGO, PELO TELEFONEMA DA MINHA FILHOTA ANINHA, FOI MUITO BOM FALAR COM ELA; PELOS COMENTARIOS DE FORÇA DEIXADOS AQUI NO TEMPLO, ISSO TUDO ME AJUDOU MUITO....AINDA ESTOU ME RECUPERANDO, MAS JA ESTOU COM FORÇA PARA VIR ATÉ AQUI..RS.....ESTAVA MORRENDO DE SAUDADES DO MEU TEMPLO E DE TODOS VCS. DESEJO DE CORAÇÃO, UM ÓTIMO FIM DE SEMANA, REPLETO DE MUITAS COISAS BOAS...DIVIRTAM-SE!!! AMO VCS DE CORAÇÃO.... BEIJOS ENLUARADOS
por lua negra * 3:51 PM
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Terça-feira, Outubro 05, 2004
OI PESSOAS QUERIDAS! COMO VCS REPARARAM NÃO TEM POST NOVO ESSES DIAS E ALGUNS COMENTÁRIOS TB FICARAM SEM RESPOSTA.....QUERO ME DESCULPAR E AVISAR QUE ASSIM QUE EU MELHORAR VOLTAREI COM FORÇA TOTAL . RESPONDEREI OS COMENTARIOS E POSTAREI TB.....ESTOU COM UMA GRIPE DANADA.....FIQUEI A SEMANA PASSADA INTEIRA CUIDANDO DO MEU FILHO, QUE NÃO ESTAVA BEM, E NO DOMINGO, FIQUEI EU DE CAMA.... TENTEI VIR AQUI, MAS NÃO ESTÁ DANDO NÃO..... ESTOU COM MUITA DOR DE CABEÇA E NO CORPO TB.....NÃO CONSIGO FICAR AQUI NO TEMPLO....POR ISSO, FICAREI NA MINHA CAMINHA, MAS DEIXAREI A PORTA DO TEMPLO ABERTA PARA QUE VCS POSSAM ENTRAR E APROVEITAR OS POSTS ANTIGOS, POR ENQUANTO...RSRS......UMA ÓTIMA SEMANA PRA TODOS VCS! QUE ELA SEJA REPLETA DE ALEGRIAS, HARMONIA E MUITO SUCESSO!! OBRIGADA PELAS VISITAS AO TEMPLO E PELO CARINHO.....AMO VCS! BEIJOS ENLUARADOS
por lua negra * 9:06 PM
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Domingo, Outubro 03, 2004

Um amigo é...
Um amigo é o que caminha ao teu lado,
Tanto nos bons, quanto nos maus momentos...
É o que te demonstra que te quer.
Mesmo não estando de acordo contigo, não te julga...
É o que te repreende,
Sem demonstrar que chamou sua atenção...
Mas demonstra o quanto se importa contigo...
Um amigo é aquele que adivinha o que te preocupa,
E mesmo sem te perguntar nada, te faz sentir bem...
É o que ri contigo... é o que sofre contigo..
É o que te fortalece com suas palavras...
Um amigo é o que de melhor pode passar em nossas vidas..
ESSA POESIA EU DEDICO A UMA GRANDE AMIGA E IRMÃ: A SUSANA. SEMPRE QUE PRECISEI DE SOCORRO, ELA ESTAVA AQUI COMIGO, ME AUXILIANDO, ME AJUDANDO.....TB EM TODOS OS MOMENTOS BONS, ELA ESTAVA AQUI COMPARTILHANDO COMIGO......O NASCIMENTO DAS MENINAS, O NASCIMENTO DO VITOR ( ELA É MADRINHA DELE). AS PERDAS E OS GANHOS.....SEMPRE COMPARTILHAMOS TUDO..... OUTRO DIA, COMENTEI COM ELA: "SU, SEM VC A MINHA VIDA SERIA UM CAOS!"..RS......MINHA QUERIDA, OBRIGADA POR TUDO!! AMO VC MUITO, MAS , AS VEZES, NÃO CONSIGO DEMONSTRAR ISSO... ..CONTE COMIGO SEMPRE QUE VC PRECISAR...SE JA FALHEI COM VC, ME PERDOE.....QUE NOSSA AMIZADE SEJA ETERNA!
por lua negra * 12:09 AM
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Sábado, Outubro 02, 2004
GRANDE MÃE DURGA
Durga, a Grande Mãe, "A Inacessível", era parte de uma tríade da qual ainda faziam parte as deusas Uma e Parvati. Ela cavalga um leão e usa as armas dos deuses para defendê-los dos demônios. Ela é a personificação do espírito de luta de uma mãe protegendo sua prole. As lendas descrevem Durga como uma espécie de S. Jorge feminino, defendendo com serena dignidade os deuses e seus filhos humanos contra todos os inimigos. Serena realmente era, mas seu semblante calmo pode passar a idéia de ameaça.
Durga personifica o instinto animal da maternidade, a mãe que defende suas crias contra qualquer perigo. Às vezes, era chamada Shashti, "A Sexta", padroeira das mães, invocada no sexto dia após os partos para tecer encantamentos de proteção aos filhos e às mães. O sétimo dia após o parto era considerado dia de repouso, tradição antiga que antecede em muitos mitos dos deuses criadores como Ahura, Mazda, Ptah, Marduk, Baal e Jehovah, que descansaram no sétimo dia após a criação do mundo.
Apesar de o mito dizer que ela nasceu das chamas vindas das bocas de Brama, Vishnu e Shiva, Indra reconhecia nela a origem de seu poder. Sua força, ferocidade e habilidade tornaram-se aparentes quando o demônio búfalo aquático Mahisha expulsou os deuses de seu reino celestial. Os deuses armaram Durga com suas próprias armas mágicas, uma para cada uma de suas oito mãos. O demônio a viu se aproximando e tentou capturá-la. Durga, entretanto, estava imune a sua magia e força. A deusa lutou com o demônio enquanto ele mudava seguidamente de forma. Por fim, ela o matou com uma lança.
A função atual de Durga-Devi é restaurar a ordem no mundo e a paz nos corações em tempos de crise. Seu festival na Índia é precedido de purificação, jejum e abstinência. As imagens da Deusa são limpas, purificadas com água dos rios sagrados e decoradas com guirlandas de flores. As pessoas lhe oferecem flores, folhagens, incenso e sacrificam cabras e ovelhas. A multidão canta e dança ao redor das fogueiras em louvor à deusa. No final da cerimônia, algumas imagens são jogadas nos rios como um ritual de purificação. No Nepal, o festival equivalente é Dassehra, que dura quinze dias. Neste período, ninguém trabalha e as familias se reúnem para rituais de purificação e oferendas. Comemora-se a vitória de Durga sobre o demônio quando ela matou-o enquanto disfarçado de búfalo.
Celebre a deusa Durga preparando um altar com uma vela dourada ou amarela, oito objetos (cada um representando um de seus braços), incenso de sândalo, flores, uma imagem da deusa e um sino tibetano. Transporte-se mentalmente para seu templo dourado e proste-se diante dela, pedindo-lhe força e coragem para tomar decisões, resolver situações familiares ou profissionais complicadas e realizar as mudanças necessárias, cortando "o mal pela raiz". Veja-se recebendo a força dessa deusa por meio das armas de suas mãos; materialize essa força em algum símbolo, imagem ou mensagem. comemore sua vitória dançando com Durga, vencendo os monstros do medo e libertando-se das garras da submissão ou humilhação. Peça-lhe para ajudá-la a libertar-se da raiva ou da dor, esquecendo os sofrimentos mas lembrando as lições, para não repeti-las novamente. Agradeça e, ao finalizar o ritual, leve um dos objetos a um templo oriental.
por lua negra * 12:46 AM
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Sexta-feira, Outubro 01, 2004
LUA DE SANGUE - OUTUBRO
Octem era o oitavo mês do antigo calendário romano. Esse mês lunar leva seu nome devido não a sacrifícios de sangue, mas ao velho costume de sacrificar e de salgar a carne do gado antes de os meses de inverno tornarem impossível a alimentação dos animais. Apenas os animais mais especiais eram mantidos vivos durante o inverno.
Na Irlanda, o mês chamava-se Deireadh Fomhair, sendo o nome anglo-saxão Winterfelleth e o nórdico Windurmonath.
Os povos nativos o denominaram de Lua do Sangue, Lua dos Mortos, Lua da Caça, Lua das Folhas que Caem, Lua da Vindima, Lua da Mudança de Estação e Mês do Tempo Mutável.
No calendário druídico, a letra Ogham correspondente é Ngetal e a planta sagrada é o junco. O lema do mês é "prepare-se, pois surpresas ou contratempos estão lhe aguardando".
Atualmente, ainda continuamos subconscientemente a nos preparar para o inverno que se aproxima nesse período. Checamos os aquecedores e os pneus dos carros, recolhemos as mangueiras do jardim, e planejamos a vedação de qualquer orifício em janelas e portas da casa. Alguns de nós executam uma ambiciosa faxina de outono.
Os celtas celebravam nesse mês Cernunnos, o Deus Cornífero, o caçador, consorte da Deusa e representação do poder fertilizador masculino.
O festival grego da Thesmophoria era celebrado anualmente em honra a Deméter e era exclusivo para mulheres. Eram três dias celebrando o retorno de Kore ao Submundo. Nesse festival, os iniciados compartilhavam uma beberagem sagrada, feita de cevada, e bolos. Uma característica da Thesmophoria era uma punição aos criminosos contra as leis sagradas e contra mulheres. Sacerdotisas liam uma lista com os nomes dos criminosos diante das portas dos templos das deusas, especialmente Deméter e Ártemis. Acreditava-se que aqueles desta forma amaldiçoados morreriam antes do término do ano.
O primeiro dia da Thesmophoria era o Kathodos, um ritual em que sacerdotisas castas levavam leitões sacrificados para o fundo do abismo onde ficava o altar sagrado de Deméter. Os leitões eram lá deixados e os seus restos do ano anterior eram recolhidos. O segundo dia era a Nestéia, durante o qual os restos dos leitões recolhidos eram expostos no altar. As cortes eram fechadas em homenagem a Deméter, a criadora das leis. No terceiro dia, os leitões recolhidos eram espalhados na terra arada, simbolizando o aspecto da fertilidade de Deméter.
Os gregos honravam também ao deus Hephaestus com um festival anual chamado de Chalkeia.
No Tibete, o Lent Budista ocorria durante o festival da Descida do Paraíso, o qual celebrava o fim da estação das chuvas.
A Durga Puja na Índia homenageava a deusa Durga durante quatro dias, iniciando na Lua Crescente. É um período de reuniões familiares, resolução de problemas e de homenagens aos pais. No norte da Índia, esse festival é conhecido como Dasahara. Durga é considerada uma figura matriarcal e é muito popular entre as pessoas. É representada com muitos braços e em cores vibrantes.
A Lakshmi Puja, ou Diwalii, é uma festividade de luzes em honra à deusa Lakshmi. Ocorre imediatamente após a Durga Puja. Durante o Festival das Luzes, lanternas são espalhadas por todos os lugares, preparam-se pratos especiais e as mulheres hindus dançam para seus esposos. Lakshmi, esposa de Vishnu, é considerada a deusa da riqueza e da prosperidade.
No Oceano Pacífico, os antigos havaianos celebravam um longo festival de quatro meses chamado de Makahiki, que se iniciava na primeira Lua Cheia do mês. O deus Lono possuía uma celebração especial de cinco dias durante esse período, repleto de jogos, concursos, hula, surfe, banquetes e coleta de impostos.
No último dia do mês, os celtas celebravam o Sabbat Samhain, o terceiro e último festival da colheita, reverenciando a Deusa em sua face escura, os ancestrais e comemorando o início do Ano Novo. Considerado um festival dos mortos, precursor das atuais homenagens prestadas a eles, Samhain era celebrado com fogueiras, oferendas às divindades e aos ancestrais, além de práticas oraculares.
Guiada pelas antigas crenças e tradições, dedique algum tempo, durante este mês, para descobrir, avaliar e superar suas perdas, sejam elas materiais ou emocionais. Liberte-se das mágoas e dos ressentimentos, cure suas feridas com o bálsamo do perdão, purifique seu ambiente e reverencie seus ancestrais. Encomende um culto aos antepassados, preparando também em sua casa, um altar especial para eles com fotografias, flores e cristais. Cuide de seus túmulos, orando para que encontrem a paz, a luz e a oportunidade para um novo renascimento.
Correspondências da Lua de Sangue com:
Espiritos da Natureza - fadas das nevascas e das plantas
Ervas - poejo, tomilho, gatária, uva ursi, angélica, bardana
Cores - azul esverdeado escuro
Flores - calêndula, cravo-de-defunto, cosmos
Essências - morango, flor de macieira, cereja
Pedras - opala, turmalina, berilo, turquesa
Árvores - cipreste, acácia, teixo
Animais - alce, chacal, elefente, bode, escorpião
Aves - corvo, garça, tordo americano
Deidades - Ishtar, Ástarte, Deméter, Kore, Lakshmi, Cernunnos, Belili, Hathor, Osíris
Fluxo de Poder - deixar acontecer; purificação interior; carma e reencarnação; justiça e equilíbrio; harmonia interior.
por lua negra * 12:44 AM
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